Em 90 dias eu implemento o modelo de gestão da sua empresa de serviço junto com você: financeiro, processos, time e o jeito de decidir. A IA entra dentro disso, montada para a sua operação, e é o que faz o mesmo time dar conta de um volume que hoje pediria contratar mais gente.
Para empresa de serviço que já fatura bem, já tem time, e mesmo assim continua rodando de forma burocrática e manual.
O controle da sua empresa está espalhado. Uma planilha que uma pessoa domina, um caderno, um grupo de WhatsApp por assunto, um sistema comprado que ninguém usa inteiro, e o resto na cabeça de duas ou três pessoas. Funciona? Funciona há muito tempo, inclusive, e é exatamente por isso que ninguém para para mexer.
O problema aparece na hora de decidir. A informação existe, mas chega tarde, chega pela metade, ou chega só depois que alguém sentou e calculou. Quando eu pergunto para um dono qual é a margem real dele por serviço, quase sempre o que vem de volta é uma explicação de por que o número ainda não está fechado. E enquanto for explicação, preço, contratação, investimento e retirada estão sendo decididos no escuro, com muita confiança.
Do lado do time é a mesma coisa por outro caminho. O volume cresce, o trabalho manual cresce junto, e a primeira resposta que aparece é contratar mais gente. Só que a pessoa nova entra na mesma estrutura, aprende com quem já está sobrecarregado, e seis meses depois o gargalo continua no mesmo lugar, agora com folha maior.
E tudo que não está escrito volta para você. Não só a decisão grande. A pequena também, aquela que qualquer um do time resolveria sozinho se soubesse como. Você não larga porque o time não assume, e o time não assume porque você não larga. Os dois lados estão certos dentro da própria lógica, e é por isso que a roda não para sozinha.
Tem uma parte disso que quase toda empresa desses setores já viveu sem nomear.
Você usa IA. Sua empresa não usa.
Alguém do time usa no celular, você usa para escrever um e-mail, o comercial testou uma vez e achou interessante. É uso individual, e uso individual não deixa rastro: cada conversa começa do zero e termina jogada fora. É como ligar o computador, digitar e desligar sem salvar nada.
Não é impressão minha. É o que a pesquisa mostra:
dos desafios de IA não são técnicos. São de processo, dados e gestão. A parte chata, não a ferramenta.
Stanford Digital Economy Lab · 2026
dos projetos de IA nas empresas não geram nenhum retorno financeiro.
MIT · The GenAI Divide · 2025
das empresas que já usam IA têm só uma ou duas aplicações. Uso raso.
OCDE / BCG / INSEAD · SP · 2025
das empresas de médio e grande porte em SP usam IA de fato. O resto está de fora.
OCDE / BCG / INSEAD · SP · 2025
IA sem contexto é promptzinho jogado no vento.
Gosto sempre de explicar para os meus clientes: a IA está fazendo exatamente o que foi pedida para fazer. O buraco está antes dela. Ela entrou sem contexto e sem processo documentado, então otimiza a bagunça que já existe, rápido e em escala.
Repara nos números: o problema quase nunca é técnico. É processo, dado e gestão. Ou seja, o chão da empresa. É exatamente ali que eu trabalho, antes de plugar qualquer ferramenta.
Fluxo testado e validado em todos os meus clientes e no meu próprio negócio. Pular etapa é o que faz a maioria travar.
Começa sempre pelo financeiro, porque número não tem emoção e é o que elimina ilusão mais rápido. DRE gerencial montado, margem real por serviço, um modelo de precificação que é seu, e uma rotina de acompanhamento que você consegue sustentar depois que eu sair.
Não documentar por documentar, porque documento que ninguém segue é pior do que nenhum: ensina o time que aqui o padrão não vale. Processo com responsável nomeado e sinal visível de feito, ensaiado até virar hábito. POP de verdade, não arquivo parado no Drive.
Qual estrutura de time você precisa, quem decide o quê, até onde, sem devolver a decisão para você por padrão. Cadência fixa de conversa com cada um, não "quando achar necessário".
E por último entra IA, que é onde quase todo mundo começa e é justamente por isso que não funciona para quase ninguém. A IA que presta é a que roda dentro do processo que a gente acabou de mapear, com o seu time operando ela, dentro das ferramentas que a empresa já usa. Eu não troco o seu sistema por padrão. E nem tudo vira automático: parte do processo é regra e parte é julgamento, e o julgamento continua com gente.
Onde a IA está na sua empresa hoje.
Tudo criado dentro da sua realidade, pensado e modelado para o que a sua empresa vive no dia a dia.
Sou Eduardo Jubilut. Eu não cheguei nisso por curso. Assumi direção de operações jovem demais, achando que dar conta de tudo sozinho era virtude.
Passei por time de 3, de 8, de 20 e de 80 pessoas, participei do M&A com o Grupo Wiser do Flávio Augusto, sempre liderando a operação. Estive em empresa familiar, empresa com sócio, empresa física, empresa digital, empresa que vendia muito e empresa que não lucrava nada. O que eu enxergo hoje é padrão, e padrão a gente só enxerga depois de ver a mesma coisa acontecer em lugares que não têm nada a ver entre si.
No último ano mergulhei em IA aplicada e coloquei ela para rodar em negócios de setores bem diferentes, do portuário à engenharia. Testo cada solução e ferramenta no meu próprio negócio antes de levar para o seu, então quando eu chego com uma coisa, ela já passou pelo teste de fogo.
Não sou o cara que vai prometer faturamento exorbitante, aumento de 20 milhões em um ano ou qualquer coisa semelhante. Eu sou o cara da gestão, da maturidade operacional, rotinas, processos.
Sistemas que eu construí e uso todo dia. Passa o mouse e olha de perto.
É o mesmo tipo de estrutura que eu monto para você. Um motor de 12 agentes e 202 tasks orquestra dois squads: um que produz conteúdo e um que constrói software. O conteúdo desse deck saiu do primeiro. O Maturity OS e o Process Builder, do segundo.
Prefiro contar assim do que vender um número que não existe. Telas reais dos sistemas que entreguei, com marca e nome de cliente borrados por privacidade. O resto eu abro na conversa.
Eu implemento o modelo de gestão da sua empresa, junto com você, e no fim dos 90 dias está rodando. O que eu não faço é entregar um relatório e sumir.
Antes da primeira conversa você responde um questionário aprofundado: como a empresa opera, que informação existe, como é feita a gestão, como você adquire cliente, o que entrega e por quanto vende.
DRE gerencial, margem real por serviço, precificação e rotina de acompanhamento.
POP com responsável nomeado e sinal visível de feito, ensaiado até virar hábito.
Quem decide o quê e até onde, com cadência fixa de conversa.
Os fluxos entram onde pagam o próprio custo, dentro das ferramentas que a empresa já usa, com o seu time operando.
São 90 dias, online, com reuniões periódicas e canal aberto no intervalo. Presencial quando faz sentido e a distância permite.
Não tem formulário nem sequência de e-mail. É uma conversa comigo, e no fim dela você vai saber se faz sentido ou não. Se não fizer, eu digo na hora.
Me manda o que a sua empresa faz e o que trouxe você até aqui. Começamos por aí.